Simulador

Viver de renda: com quanto?

Informe quanto a família precisa por mês, o que já está investido e quanto entra todo mês. A conta mostra o patrimônio necessário, em que idade o plano atual chega lá e o aporte que faltaria, tudo em reais de hoje.

O que você quer receber

Quanto a família precisa por mês, em valores de hoje, para viver sem depender do trabalho. Inclua moradia, saúde, escola e lazer.

R$

Em reais de hoje. A conta corrige pela inflação sozinha.

Idade para viver de renda
55 anos

De onde você parte

O que já está investido hoje, quanto entra por mês e a sua idade. Imóvel de moradia e bens de uso ficam fora, porque não geram renda.

R$
R$

Quanto você consegue investir por mês, em média.

Sua idade hoje
40 anos

Retorno e inflação

O retorno é o que a carteira rende por ano depois de impostos e custos. A diferença entre ele e a inflação é o retorno real, e é o real que sustenta a renda.

% a.a.

Nominal, já descontados impostos e custos.

% a.a.

Retorno real resultante: 5,26% ao ano.

Resultado da simulação

Com o plano atual, você alcança R$ 4.560.000 aos 54 anos, antes dos 55 planejados. Aos 55 anos, o patrimônio projetado é R$ 4.862.906, que sustenta R$ 21.329 por mês só com os rendimentos, sem consumir o capital.

Capital para viver só dos rendimentosR$ 4.560.000preserva o capital; renda de R$ 20.000 por mês
Capital consumindo até os 95 anosR$ 4.068.960o capital acaba aos 95; mesma renda mensal
Patrimônio projetado aos 55R$ 4.862.906
Renda só dos rendimentosR$ 21.329/mês
Renda consumindo até os 95R$ 23.902/mês
Aporte para chegar aos 55R$ 8.880/mês

O patrimônio ao longo da vida

Até os 55 anos o patrimônio cresce com aportes e rendimentos. Depois, a linha mostra o que acontece se você passar a retirar R$ 20.000 por mês: o capital dura até os 95 anos. A linha tracejada dourada é o capital perpétuo.

R$ 0R$ 1,7 miR$ 3,3 miR$ 5 miR$ 6,7 mi404550556065707580859095
Patrimônio projetado Capital para viver só dos rendimentos Idade escolhida

Ano a ano

IdadePatrimônioRenda só dos rendimentosFase
40R$ 1.000.000R$ 4.386/mêsacumulando
41R$ 1.175.500R$ 5.156/mêsacumulando
42R$ 1.360.236R$ 5.966/mêsacumulando
43R$ 1.554.695R$ 6.819/mêsacumulando
44R$ 1.759.389R$ 7.717/mêsacumulando
45R$ 1.974.856R$ 8.662/mêsacumulando
46R$ 2.201.664R$ 9.656/mêsacumulando
47R$ 2.440.409R$ 10.704/mêsacumulando
48R$ 2.691.720R$ 11.806/mêsacumulando
49R$ 2.956.257R$ 12.966/mêsacumulando
50R$ 3.234.718R$ 14.187/mêsacumulando
51R$ 3.527.834R$ 15.473/mêsacumulando
52R$ 3.836.377R$ 16.826/mêsacumulando
53R$ 4.161.160R$ 18.251/mêsacumulando
54R$ 4.503.036R$ 19.750/mêsacumulando
55R$ 4.862.906R$ 21.329/mêsacumulando
60R$ 4.919.601R$ 21.577/mêsretirando
65R$ 4.992.871R$ 21.899/mêsretirando
70R$ 5.087.561R$ 22.314/mêsretirando
75R$ 5.209.936R$ 22.851/mêsretirando
80R$ 5.368.086R$ 23.544/mêsretirando
85R$ 5.572.474R$ 24.441/mêsretirando
90R$ 5.836.615R$ 25.599/mêsretirando
95R$ 6.177.979R$ 27.096/mêsretirando

Valores em reais de hoje. Depois da idade escolhida, a tabela mostra um ponto a cada cinco anos.

Como entender esta conta

1

Tudo em reais de hoje

A conta desconta a inflação. O retorno que você informa é nominal e líquido; a inflação o transforma em retorno real, e é o real que faz o patrimônio crescer no gráfico. Por isso o gasto mensal não precisa ser corrigido: R$ 20 mil de hoje continuam sendo R$ 20 mil de hoje em qualquer ano.

2

Dois jeitos de viver de renda

O primeiro é viver só dos rendimentos, com o capital preservado e, se quiser, deixado para a família; exige o capital perpétuo. O segundo é consumir o capital aos poucos até uma idade limite, aqui 95 anos; exige menos capital, e é o que a maioria das famílias faz na prática, com uma reserva de segurança.

3

O que mais mexe no resultado

O retorno real, a diferença entre o que a carteira rende e a inflação. Um ponto percentual a mais de retorno real muda o capital necessário em dezenas por cento. Depois dele, o tempo: cada ano a mais de aporte pesa mais do que um aumento no valor do aporte.

4

O que esta calculadora não mede

Imposto de renda específico de cada produto, taxa de administração, sequência de retornos ruins logo depois de parar de trabalhar, gastos com saúde que sobem com a idade, e a renda do INSS ou de previdência que se soma à carteira. Um consultor coloca tudo isso na conta.

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Enviamos o resultado completo, com a projeção ano a ano e as premissas usadas, para você guardar ou discutir com a família. Se quiser, um consultor da Zanella Wealth monta o plano com a sua carteira de verdade.

Como a conta de viver de renda funciona

Viver de renda é fazer o patrimônio pagar as contas. A pergunta “com quanto?” tem uma resposta simples na forma e exigente nos números: o gasto anual dividido pelo retorno real da carteira. Se a família gasta R$ 240 mil por ano e a carteira rende 5% ao ano acima da inflação, são R$ 4,8 milhões para viver só dos rendimentos, com o capital preservado. Cada ponto de retorno real a mais reduz esse número em quase 20%, e é por isso que a qualidade da carteira importa mais do que qualquer atalho.

Preservar ou consumir o capital

Viver só dos rendimentos

O capital fica intacto e a renda vem do que ele rende acima da inflação. Dura indefinidamente e passa para a próxima geração. Exige o capital perpétuo, o maior dos dois números do simulador.

Consumir o capital até os 95 anos

A renda vem dos rendimentos e de uma parte do principal, planejada para acabar numa idade limite. Exige menos patrimônio e é o que a maioria das famílias faz na prática, com uma folga de segurança para a longevidade.

O simulador mostra os dois números lado a lado. A diferença entre eles é o preço de deixar o capital para os herdeiros.

O tempo pesa mais do que o valor do aporte

Num artigo nosso sobre liberdade financeira fizemos uma conta simples: R$ 10 mil investidos a 1% ao mês viram R$ 33 mil em dez anos. Os mesmos R$ 10 mil com R$ 500 de aporte mensal chegam perto de R$ 150 mil. O aporte regular, mesmo modesto, faz mais pelo resultado do que a busca por retornos extraordinários, e começar cinco anos antes costuma valer mais do que dobrar o aporte depois.

Perguntas frequentes

Quanto preciso ter investido para viver de renda?

O gasto anual desejado dividido pelo retorno real da carteira. Com R$ 20 mil por mês (R$ 240 mil por ano) e retorno real de 5,26% ao ano (10% nominal com inflação de 4,5%), o capital é de cerca de R$ 4,6 milhões para viver só dos rendimentos sem consumir o principal. Se aceitar consumir o capital até os 95 anos, o valor cai; o simulador mostra os dois.

A regra dos 4% vale para o Brasil?

A regra dos 4% nasceu de estudos americanos com carteiras de ações e títulos dos Estados Unidos e horizonte de 30 anos. No Brasil os juros reais historicamente são mais altos, o que permite taxas de retirada maiores em alguns períodos, mas a inflação e a volatilidade também são maiores. O simulador trabalha com o retorno real que você informa, em vez de uma regra fixa, para você testar cenários conservadores e otimistas.

Por que a conta é feita em reais de hoje?

Porque ninguém sabe quanto custará o mercado daqui a 20 anos, mas todo mundo sabe o que R$ 20 mil compram hoje. Ao descontar a inflação, o gasto desejado e o patrimônio ficam na mesma moeda, e o resultado responde à pergunta certa: quanto do padrão de vida atual a renda vai sustentar.

Qual retorno devo usar?

O retorno líquido de impostos e custos que a sua carteira consegue entregar de forma consistente, e não o melhor ano. Para uma carteira diversificada de família, com renda fixa, crédito, ações e uma parcela no exterior, algo entre a Selic líquida e um ou dois pontos acima dela é um ponto de partida realista. Testar com um ponto a menos mostra o quanto o plano depende dessa premissa.

O que acontece se o mercado cair logo depois que eu parar de trabalhar?

É o risco de sequência de retornos. Retirar dinheiro de uma carteira que acabou de cair consome mais cotas e reduz a recuperação. A defesa é manter uma reserva de dois a três anos de gastos em ativos de baixa volatilidade, retirar dela nos anos ruins e repor nos bons. O simulador não modela quedas; um consultor faz esse teste de estresse com a carteira real.

O resultado é uma recomendação?

Não. É uma simulação educativa com premissas declaradas, para dar ordem de grandeza e mostrar o que mais pesa no plano. A conta certa depende da carteira, da tributação de cada produto, do INSS e da previdência, e da vida da família. Um consultor da Zanella Wealth monta o plano com esses dados.

Do nosso guia

O que atrasa o dia de viver de renda

Cinco hábitos que vemos travar o plano das famílias, do nosso artigo sobre liberdade financeira. Nenhum deles aparece na conta, e todos mudam o resultado.

O que evitar
01

Dívidas

Com exceção do crédito imobiliário, a maioria das dívidas custa mais do que qualquer carteira rende. Cada real de juros pago é um real que deixou de compor. Quitar dívida cara é o investimento de maior retorno garantido que existe.

02

Aportes irregulares

Aportar todo mês, mesmo um valor modesto, faz mais pelo patrimônio do que buscar retornos extraordinários. O simulador mostra isso: o aporte é a variável que mais mexe no ano em que o plano chega lá.

03

Falta de organização

Saber quanto entra, quanto sai e para onde vai é a base de qualquer plano. Sem um registro de despesas, o aporte vira o que sobra no fim do mês, e raramente sobra.

04

Depender de uma única fonte de renda

Uma renda só é um risco para o plano de aportes. Uma segunda fonte, mesmo pequena, dá resiliência e acelera a acumulação.

05

Dicas e atalhos

Pular de estratégia em estratégia atrás do que está subindo destrói o juro composto. A consistência num plano bem construído vale mais do que a busca pelo melhor ativo do momento.

Independência financeira é quando os investimentos pagam todas as contas. Liberdade financeira vem antes: é ter reserva e plano para mudar de emprego, cuidar de um filho ou fazer uma viagem sem sobressalto. A segunda está ao alcance de quase todo mundo, e é o caminho para a primeira.

Ler o artigo sobre liberdade financeira

Quer montar esse plano com a sua carteira de verdade?

Um consultor da Zanella Wealth coloca na conta o INSS, a previdência, a tributação de cada produto e a reserva para os anos ruins, e mostra o que muda no ano em que você para de depender do trabalho.

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